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21/01/2017

Uma poesia de Déa Belmonte


dea belmonte



Já amei.
Já fui amada.

Já lutei sem armas
e de esquadra armada...!

Já voei
sem ter asas...
               sem forças,
...machucada!
                   Já saltei   
               de olhos abertos
ou sem enxergar nada...!
         Já parei na beira do abismo  
...na beira da estrada...
Nem medo tenho da dor!
            De verdade,
nem medo do Amor...
              medo sim, 
de não amar
e mais nada!


* Conheça mais sobre a autora, que é também minha prima. Clique em seu nome:


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09/01/2017

Nos varais de nossas vidas




A amiga Angélica Gouvea me presenteou com um acróstico inspirado em uma de minhas poesias: Nos varais de nossas vidas.

Veja abaixo a minha versão e, em seguida a da Angélica que é a rainha dos acrósticos!

Nos varais de nossas vidas
Muitas roupas estendemos
Bem branquinhas,coloridas
É esse o jeito que temos!
Os varais mostram o tempo
Que passa de mãe pra filha
Tempo que voa ao vento
Num turbilhão que fervilha.
Roupas muito perfumadas
Lavadas a água e sabão
Sempre roupas bem cuidadas
Como o nosso coração.
Estendidas e ordenadas
Pequenas recordações
De uma infância já passada
Momentos de emoções.
Penso que os varais da vida
São marcas de um passado
Alegres, tristes, vividas
Um livro a ser folheado!


Os varais de nossas vidas
Angelica Gouvea

O s varais de nossas vidas
S ão histórias que vivemos
V amos montando um varal
A cada etapa vamos estendendo
R oupas brancas no momento de paz
A s vezes deixamos de molho
I sto em tudo que a gente faz
S ão os momentos que precisamos recolher.
D ar um novo sentido
E fazer com que o bilho apareça.
N o tempo de coloca-las para secar
O s prantos de uma lágrima a derramar,
S ão roupas das incompreensões
S ao roupas das desilusões
A ssim elas possam serem perfumadas
S arando as feridas dos corações.
V arais de nossas vidas, nos
I mporta mais como ela é vivida
D eixando sempre um perfume no ar
A ssim ao recordar, valeu a pena no

molho deixar.
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04/01/2017

Bem poesia



Atenção você que mora em São Paulo ou está por aqui passeando:

dia 08 de janeiro vai ter o lançamento do livro de nossa amiga blogueira Paula Belmino do Poesia do bem!

Será ás 15:30 hs na livraria Martins Fontes, Avenida Paulista, 509.

O livro se chama: " Bem poesia" e já está á venda pela Editora Delicatta. Clique no link abaixo e saiba mais:


Paula, desejo muito sucesso prá você!




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14/12/2016

Recanto entrevista Anderson Fabiano, autor de " O amor vem das estrelas".


Foi difícil elaborar essas perguntas, sem que ficasse parecido com uma prova escolar (risos), mas não foi a intenção. Eu adorei esse livro, mas fiquei com diversas dúvidas e procurei esclarece-las com o autor Anderson Fabiano, a quem agradeço pela paciência em responder. Espero que gostem e leiam o livro que é sensacional!





              1-“O amor vem das estrelas”?

R – Sim! Os registros científicos dão conta que o homem existe há 200.000 anos e foi apenas instintivo durante todos os primeiros 150.000 anos de existência, só passando a ter sentimentos com a evolução para o homo sapiens sapiens, que somos nós, nos últimos 50.000 anos.
Assim, se somos feitos dos mesmos elementos químicos que deram origem ao planeta: oxigênio, hidrogênio, carbono, etc., que são originários da explosão de uma estrela, somos também poeira de estrelas.
A evolução humana se deu por tentativas e erros e, por incrível que possa parecer, também pela manipulação dos chamados Deuses Criadores. Seres benevolentes que nos transmitiram ensinamentos buscando nos aperfeiçoar como seres inteligentes. E esses ensinamentos fazem referência constante a importância do Amor como instrumento fundamental para a evolução espiritual da raça humana.

              2-Acha possível aprender a amar num mundo como o de hoje, onde o desamor é característica natural do homem? Ou melhor, o homem ainda tem jeito?

R - Sim! Esta resposta poderia gerar um tratado, mas vou tentar resumir. Por mais absurdo que pareça, somos hoje bem melhores do que já fomos e um simples olhar lançado sobre a história da humanidade ratifica o que estou dizendo.
Houve um período na História em que precisamos ser mais “selvagens”, mais “guerreiros”, mais “beligerantes” para nos defender das agressões externas. Infelizmente, acabamos “aprendendo” com o gostinho do poder, das conquistas, da dominação, no que fomos estimulados por seres mal-intencionados que apostaram suas fichas na autodestruição da raça humana, o que lhes facilitaria a conquista de nosso planeta.
Há uma guerra lá em cima! De um lado, os seres benevolentes nos ensinando a amar a nós mesmos, ao planeta e ao Cosmos e do outro, seres fugidos de seus planetas de origem, precisando de um “novo lugar” para viver. E nós estamos exatamente no meio desse fogo cruzado.
Acontece, que tudo na vida é energia! Inclusive o pensamento. É através dele que nos comunicamos com as outras dimensões, como numa prece, por exemplo.
Por isso, o mundo hoje está dividido entre os que se comunicam com o Bem e outros que se comunicam com o Mal. E, por tudo que sabemos, os humanos do primeiro grupo estão aumentando e deixando sem espaço os “amiguinhos” das cabalas escuras.
O homem tem jeito sim, mas precisa, urgentemente, redescobrir o Amor que trancou dentro de si.

              3-Em seu livro você relata a respeito do domínio secreto que as grandes potências têm com a humanidade, e o que me impressionou foi a questão da fome e da interferência humana na produção de doenças. Existe uma tentativa de controlar as mentes das pessoas? Fale um pouco sobre isso.

R – Me permita uma correção: não são as grandes potências que estão controlando a humanidade, mas um pequeno grupo de oito famílias e seus aliados, que controlam a tudo e todos, inclusive as grandes potências.
Através dos mais sórdidos meios, controlam tudo que é tido como necessário para a existência humana: dinheiro, energia, transportes, mídia, saúde, meio ambiente, segurança, guerras, governos, etc.
Como descrito no livro, todos esses instrumentos de controle são administrados pelas mesmas famílias que, reunidas em sociedades secretas, praticam toda sorte de maldades, amparadas no esoterismo criminoso e na associação com seres beligerantes do espaço. E a isso, se convencionou chamar cabalas escuras.

              4-Vivemos uma guerra espiritual entre o bem e o mal em nosso planeta? Vibrar pelo bem ajuda?

R – Infelizmente sim. Como já dito acima, há uma guerra no Cosmos entre o Bem e o Mal e nossa participação (vibração) é fundamental para definir quem sairá ganhando.
Tentando explicar melhor: somos filhos das estrelas. Somos seres de luz. Carregamos uma enorme energia positiva dentro de nós e devemos usa-la.
Você já reparou como as crianças são mais positivas, benevolentes, amorosas e destemidas que os adultos? Entendo que isso se dá por estarem mais próximas de suas origens cósmicas, por estarem melhor conectadas com seus parceiros celestiais.
Jesus, um dos mais brilhantes extraterrestres encarnados nesse planeta, já dizia que não havia milagres, mas apenas a crença que poderíamos fazer as coisas. E é exatamente aí que entra a importância de expandirmos nossas consciências para entender que somos tão sagrados quanto os seres aos quais enviamos nossas preces, pedidos e a força para seguirmos em frente nesse planeta de provas e expiações.
Quando uma pessoa ora, um canal de luz se forma conectando-nos com os amigos espirituais que nos orientam, guiam, intuem e protegem. Se todos, ou pelo menos muitos, fizerem a mesma coisa, a vibração resultante rompe com a densidade negativa que envolve o planeta e o Bem triunfa. Simples assim. Mas, precisamos aprender a amar, nos perdoar e perdoar aos nossos semelhantes.
 
              5-A questão dos extraterrestres é bem chocante e não entendi uma coisa. Você disse que o governo americano tem um acordo com os Ets: em troca de tecnologia eles têm autorização para pesquisar nosso planeta, inclusive com seres humanos. Para que os Ets fariam um acordo assim se podem a qualquer momento nos abduzir e fazer as experiências que quiserem? Afinal, eles são muito mais poderosos!

R – Os norte-americanos não foram os primeiros. Há registros confiáveis de que essas interações acontecem há milhares de anos e o que chamamos no passado de deuses foram, na verdade, seres extraterrestres que nos impressionaram utilizando-se de tecnologias até então, desconhecidas para a raça humana.
Na história contemporânea, os primeiros contatos com alienígenas se deram com os alemães, nas décadas 20 e 30. Foram eles que através de práticas esotéricas de sociedades secretas como a Vril, Sol Negro, Illuminati e outras, facilitaram o acesso dos greys, que fugiam dos atlanteanos, ao nosso planeta.
Com o final da 2ª Guerra Mundial, os EUA levaram para a América, através do Projeto Paperclip, 104 cientistas alemães, muitos dos quais envolvidos com as tais seitas.
Logo em seguida, ocorre o incidente de Roswell, em 1947 e, a partir daí, começam as interações com os governos norte-americanos que viram nesse evento a oportunidade de ascenderem a um controle do planeta. 

              6-Fico assustada com a questão da manipulação de DNA. Pelo que entendi isso é feito por extraterrestres, com a finalidade de aumentar a violência entre nós e ocorrer uma autodestruição? A maioria dos ETs são maus ou os maus somos nós? É verdade que existem Ets que tem medo de nós porque somos muito violentos?

R – O homem vem sendo moldado através dos tempos. O Criador nos destinou o planeta Terra como morada e nos colocou aqui simples e ignorantes. E, aos poucos, fomos aprendendo tudo que sabemos hoje. Mas, nossa conexão com o Cosmos é permanente, energética e perene e é a nossa vibração que estabelece quem “ouvimos” ou não.
Houve um tempo que precisamos ser mais violentos. E aos poucos isso foi mudando. Entretanto, para os seres benevolentes, nossa obsessão por poder nos fez “perigosos” e para a turma do lado negro da força, aliados para uma autodestruição.
A Terra, como planeta, está evoluindo para o que os extraterrestres chamam de 4ª e 5ª dimensões, quando seremos mais telepáticos, amorosos e aprenderemos que o verdadeiro sentido da vida não inclui carros potentes ou roupas de grife, mas o Amor praticado da forma mais intensa possível.
O grande medo manifestado pelos nossos amigos de todo o espaço é que não saibamos usar o conhecimento tecnológico que nos foi ensinado, por exemplo, sobre os recursos da energia nuclear e destruamos o nosso planeta, o que geraria consequências catastróficas em todo o Universo, já que tudo a nossa volta é energia no seu estado mais puro. Ou seja, nuclear.

              7-O que é expansão da consciência? O planeta Terra passa por essa mudança planetária. Fale um pouco para as pessoas entenderem.

R – Essa mudança é fundamental para nossa sobrevivência como raça.
Resumidamente, diria que as pessoas precisam, urgentemente, abandonar seus sistemas de crenças. Mergulhar em seus porões e enfrentar seus fantasmas. Não se permitirem mais, ser reféns dos interesses que ditam o que devemos fazer, repetir, acreditar. Precisamos aprender a questionar coisas que fazem parte da nossa história e que estamos repetindo sem nunca haver investigado se foi dessa ou daquela forma que as coisas aconteceram. É nossa história. Temos o direito de saber a verdade.
Expandir a consciência é lançar um olhar investigativo sobre outras possibilidades para os eventos que acreditamos conhecer. É perder o medo de descobrir “outras” verdades. Pois, onde começa o medo, termina o amor.
Alguns dos muitos exemplos de questionamento inteligente: Por que o Éden, que ninguém sabe onde fica, é verdade e Shangrilá, que fica no Himalaia é mitologia? Por que Caim, após ser expulso por seus pais do Paraíso, encontrou outros habitantes, numa cidade distante, onde constitui família, se ele o irmão e seus pais foram “os primeiros habitantes da Terra”?
Esses são apenas alguns dos milhares de exemplos que constituem o sistema de crenças da humanidade.  Quando falamos crença, não estamos falando de religiões, mas de todas as coisas que acreditamos.
Você tem certeza que Kennedy foi assassinado por Lee Oswald, sem nenhum motivo aparente para tal feito?
Por que repetimos que o Brasil foi descoberto por Pedro Álvares Cabral, se foram os fenícios que primeiro estiveram em nosso país?
E por aí vai...

              8-Agora a pergunta que não quer calar: Você teve alguma ajuda de extraterrestres para escrever esse livro? Pelo menos foi inspirado pela espiritualidade?

R – Mas, é claro que sim! Todos nós estamos permanentemente conectados com nossos protetores e o nome que damos a eles é o que menos importa: anjos da guarda, mentores espirituais, guardiões, etc. Somos todos extraterrestres, inclusive nós, uma vez que só nossos corpos são terráqueos. O nosso espírito é universal, perene, pertence ao plano cósmico. Viemos das estrelas e estamos aqui apenas para evoluir espiritualmente e depois voltar pra casa.
Afinal, quando temos o que chamamos de intuição, de onde partem as vozes que ouvimos?

              9-No final do seu livro você cita George Orwell: “Em tempos de mentiras universais dizer a verdade se torna um ato revolucionário”.
Você se considera um revolucionário? O que exigiu de você escrever um livro sobre o amor?

R – Confesso não acreditar que seja um revolucionário. Mas, admito que escrever O Amor vem das Estrelas me exigiu uma postura revolucionária.
Alguma coisa dentro de mim me dizia, repetidamente, que precisava propor essas reflexões e abordar as revelações contidas no livro.
Pela primeira vez, nos meus quase 70 anos de existência nesse plano, não me senti um escritor, mas alguém a quem foi confiada uma missão.
Estou muito feliz por isso. Meu sentimento maior é o de gratidão.

10-Deixe um recado aos nossos leitores.

R – Convido a todos para arriscarem-se na leitura de O Amor vem das Estrelas. Depois, concordem, discordem, critiquem, aplaudam ou vaiem, mas se deem essa chance.
Descubram o incrível poder cósmico dessa psicoenergia que nos foi confiada. E creiam: a sobrevivência da raça humana e do planeta está em nossas mãos.
Namastê. 

E aí? Gostaram da entrevista?
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Se quiser falar com o autor visite sua página  no Facebook clicando aqui.

Ou mande um email e peça seu livro autografado:
fabiano137@gmail.com




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08/12/2016

O amor vem das estrelas?


De onde vem o amor, você sabe? E nós, de onde viemos? O que estamos fazendo nesse planeta e para onde iremos após a nossa morte (se existe mesmo morte...) ?

Esses são alguns questionamentos do livro “O amor vem das estrelas” de Anderson Fabiano, que acabei de ler e quero dividir com vocês minhas impressões. Não vou discutir o assunto porque acabaria expondo os detalhes do livro, mas farei uma síntese.

Anderson Fabiano escreve de maneira clara, inteligente, direta, fala com seus leitores e é muito agradável a leitura de seus livros. Ele gosta de abordar temas polêmicos como em seu livro anterior “Bin Laden não morreu” que você pode saber mais clicando aqui.

Ou aqui.



Em “O amor vem das estrelas” o escritor dividiu o assunto em três capítulos:

1º capítulo – O amor vem dos homens (Amai-vos uns aos outros)

2º capítulo – O amor e o planeta (Terra- morada da raça humana)

3º capítulo – O amor e o Cosmos (Meu Reino não é deste mundo).

Por esta divisão vocês já podem sentir a profundidade do tema.

Ele começa a desmembrar o amor logo no primeiro capítulo, envolvendo o leitor numa série de perguntas que coloca em xeque tudo que sabemos sobre esse sentimento! Em seguida, aborda situações de nosso cotidiano que nos leva a refletir a respeito do amor e do desamor nosso de cada dia. A partir daí chega ao conceito de amor como energia cósmica e inicia uma fantástica viagem pela Ciência, Religião e Filosofia, sempre questionando e colocando o leitor de frente pro crime...

Na segunda parte vem a questão mais polêmica em minha opinião. A partir da fala de Jesus: “Na casa de meu Pai há muitas moradas”, o autor explica que Jesus estava nos ensinando que o Universo e seus planetas são essa morada, as moradas são os mundos espirituais para os quais iremos conforme nossa evolução moral e que Deus é essencialmente amor.

Nesse capítulo o autor expõe as questões ecológicas do planeta Terra e como isso afeta nossa espiritualidade. Fala sobre a fome, doenças, superpopulação, atentados terroristas e outros aspectos desconhecidos da grande maioria da população, como diversas sociedades secretas e sua influência em nossa evolução  e a existência de extraterrestres entre nós, bem como sua relação como as grandes nações do mundo.

Por fim na terceira parte onde o autor é mais corajoso porque precisa expor não apenas o que pretendia (falar do amor), mas o que descobriu a respeito de si mesmo, o que essas descobertas mudaram em sua vida e para onde pretende ir agora que tem todo esse conhecimento.

Anderson Fabiano viaja pela criação do Universo, pelos tempos de Jesus, pelas civilizações antigas, pela origem das religiões, do pensamento e chega até a Nasa e o que não sabemos sobre seres extraterrestres e suas maneiras de nos enxergar.

Ao final o autor consegue responder a questões essenciais como: de onde viemos? O que estamos fazendo aqui? Para onde vamos?
 Como já disse,não irei explanar sobre o assunto para não contar o livro, mas digo que é genial, gostei demais e aconselho todos a lerem. Estamos nesse planeta, dentre outras tarefas, para aprender e este livro é fonte de grande conhecimento.

 Confesso que não sabia a respeito de muitos assuntos, achei interessante e aguçou minha curiosidade para pesquisar mais.

O amor e nós também viemos mesmo das estrelas!

Por fim, quero parabenizar o Anderson pelo livro e desejar muito sucesso!

Quem quiser comprar clique aqui.

Ou fale com o autor: Aqui



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24/11/2016

Recanto entrevista Guerreira Xue



Hilda Milk é a nossa escritora entrevistada de hoje.

Trabalhou em diversas áreas, mas sempre optando por trabalhar em casa, próxima dos filhos pequenos. Interrompeu seus estudos no Ensino Médio, para retomar mais tarde ganhando, por mérito, uma bolsa de estudos para cursar Economia na Universidade Cruzeiro do Sul, em São Paulo.


Há alguns anos adotou o pseudônimo de Guerreira Xue e tem inúmeras participações nas redes sociais. 

Administra o grupo “Escritores sem Fronteiras”, “Os meus e os teus desabafos”, “Escritores Aprendizes” e “Prosa e Poesia” no Facebook, “Noites de Poesia” no SL, o blog “Escritores sem Fronteiras 

Lançou o livro infanto-juvenil “O ogro e a Tecelã”, pela editora LP-BOOKS na Bienal Internacional do Livro de São Paulo de 2014.

Escreve também para alguns jornais de bairros e seu livro foi recomendado pela revista Audácia, de Lisboa, Portugal, na sua edição de Novembro de 2015, para a leitura de seus jovens.

O blog “Escritores sem Fronteiras” ganhou quatro selos digitais, conferido por outros escritores, pelo seu teor literário de relevante valor. E é um orgulho este reconhecimento, porque todos são escritores independentes. 

Este é um projeto que visa coletividade e a expansão da nova literatura brasileira, apoiando novos escritores

Atualmente tem seis títulos infanto-juvenis publicados no site americano Story bird.

O pseudônimo Guerreira Xue é uma referência a um avatar criado e voltado para as artes na virtualidade, e circula por várias plataformas 3D. 

A autora faz mostras e palestras culturais em vários espaços e para os mais diversos públicos.

Rosário do Sul


1- Hilda, onde vc nasceu? Mora em que estado hoje?

Nasci no Rio Grande do Sul, em uma cidadezinha de fronteira que se chama Rosário do Sul. Resido atualmente em São Paulo, capital, desde 1987.                                                                                                                            
2-Como foi sua infância?

Não foi das melhores, pois perdi meus país desde os meus 7 anos. Meus irmãos e eu ficamos separados porque cada um foi morar com alguém. Acho que eu propriamente tive sorte, porque morei com a minha avó dos meus 9 anos de idade até os 15 , acho que esse tempo de convívio foi fundamental para a minha formação de caráter.  Minha avó me ensinou auto-estima e respeito, principalmente por mim mesmo.

3-    Sempre gostou de escrever?

Sempre.

4-   Como começou?

Não lembro exatamente quando comecei a escrever, mas lembro de que ao perceber que lia, eu me senti como se tivesse vendo outro mundo em simultâneo com aquele, do qual eu estava acostumada até então. Havia um baú de livros e revistas em casa de minha avó, e como não tínhamos permissão para sair para brincar fora durante a semana, eu simplesmente lia, e eu gostava, e eram os quadrinhos do Mauricio de Souza, do Wald Disney, as fotonovelas grande hotel, sétimo céu. Meu tio lia uns livrinhos de bolso, eram aquelas historinhas bobas de faro West com nomes sugestivos deTex, Rex ... E tinha os livros de Erico Veríssimo, Alexandre Dumas, o pai e o filho, Guimarães Rosa, Agatha Christie, Emily Brontë... Eu tenho tantas influencias que nem sei dizer. Eu gosto muito do escocês A.J.Cronin, li quase todos os livros dele, e do Saramago, do Fernando pessoa, do Drumond, do Quintana, outro brasileiro que nunca me esqueço de mencionar é o Malba Tahan, eu o achava maravilhoso.
Eu desenvolvia um senso crítico ao acabar uma leitura, então eu reescrevia as histórias do jeito que eu queria, e terminava-as do jeito que achava bem.


Recanto dos autores


 5- Fale um pouco sobre seu livro “O ogro e a tecelã”. Do que trata o livro?

O Ogro e a Tecelã é um livro de seis narrativas diferentes nos moldes clássicos com o agravante da introdução de um garoto da atualidade, com 10 anos de idade, que pede a mãe que lhe conte histórias inéditas, e sua mãe que já escreve, mas em geral para adultos, resolve contar-lhe toda a noite uma história diferente. Ambos propõem a argumentação no contexto social das narrativas.
É importante ressaltar o resgate das relações pais e filhos também, porque o menino consegue total atenção da mãe, ao menos na hora de dormir.
O livro é leve sem ser vazio, no sentido que trata o “Guga” o personagem do garoto com respeito.



6-É sua primeira obra publicada?

Sim, lancei a primeira edição do livro na Bienal Internacional do Livro em Agosto de 2014 pela LP-Books editora.
Agora está disponível somente em digital no amazon.com nas versões Inglês , Espanhol, e Portugues e está ilustrado. Para quem tem o app Kindle , pode baixa-lo de graça, presentear ou enviar a um amigo.
Até janeiro espero estar com a versão em Japonês.



o ogro e a tecelã

7- Deixe o link para compra.








8-   Como se inspirou para escrever seu livro?

A minha inspiração? Não me faz pergunta difícil moça, por favor. Risos...  Eu sempre contava essas histórias para meus filhos. Gosto de exercitar a imaginação tanto minha quanto deles. Montar o livro não foi difícil, pois o fiz quando o meu filho tinha mesmo essa idade de 10 anos, e ele adorava me ouvir e comentava mesmo as minhas narrativas, pois ele achava que tudo tinha que ser como era nos clássicos, “... e foram felizes para sempre” “ eu gosto do clichê”.  Como assim? E o dia seguinte? E quem limpa a casa, leva o lixo para a rua? Hoje meu filho Gustavo tem quase17 anos, e eu tenho orgulho de sua capacidade argumentativa. 
 
9-   Qual seu público alvo?

Não tenho predileção por público, uma vez que escrevo de tudo. Mas te confesso que escrever para esses pré- adolescentes me faz sentir importante, porque eles não têm muita literatura específica, ou é infantil ou é jovem adulto.

10- Prefere escrever para crianças, jovens ou adultos?

Escrevo mais para adultos, mas acho que é por eu ser adulta. Mas tenho outro livro de nome O Gnomo Trist voltado para o infanto juvenil pronto. O que não quer dizer muito pois tenho um de poesias, Pelos Caminhos do Vento, que será lançado até Dezembro em Portugal, e outros dois pelo meio, sem nomes ainda, e outro de crônicas já registrado e sem previsão de publicar.  

11-   Desde quando está na internet e como começou?

Estou na internet já vai mais de 10 anos, porém ingressei com meus escritos tem 8 anos. Eu não pensava em publicar nada, tinha muita escrita, mas não me sentia pronta sabe, tinha receio de ser uma fraude, uma copista. Acho que chegou um momento que eu não aguentava mais tanta informação. Há tanta coisa dentro de minha cabeça, que por mais que eu escreva, ela nunca esvazia.
O meu pseudônimo Guerreira Xue é o nome de um avatar criado para as artes em uma plataforma 3D de nome secondlife. O espaço é tão criativo que me utilizei das imagens para ilustrar o livro.

12-   Deixe o link do seu blog, site, etc...

Tenho a minha página pessoal




grupo dos escritores sem fronteiras



O blog dos escritores sem fronteiras




os encontros de poesia no secondlife




meu perfil no Google






Obrigada Hilda! Estou lendo seu livro e adorando!

Desejo muito sucesso e recomendo aos amigos do Recanto que adquiram seu livro!




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